A DINASTIA

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A DINASTIA

Mensagem por mah_blackt em Qui Set 06, 2012 4:29 pm

Oie povo, mudei a historia, olhe... AGORA ESTA MELHORRRRRR!!!!!!!!!! Leia e se gostarem comentem! bounce Very Happy Cool Shocked Razz

Soldados enfileirados a porta de um grande castelo de vidro, com elegância deslumbrante, pareciam pacíficos e prontos para um desfile, mas estavam preparados mesmo para qualquer coisa, alguns tinham espadas de aço cortante empunhadas, outros, uma lança de ouro, o uniforme era vermelho vinho, com toda certeza, era couro de dragão, falando nesses seres extraordinários, atrás dos guardas, uma matilha de dragões vermelha sangue, muito raivosa e presa em resistentes correntes, àquilo era realmente digno de deslumbro, afinal, o castelo ganhava ainda mais destaque com todos aqueles guardiões, o castelo era imenso e tinha varias torres pontiagudas com estatuas de dragões feitas de ouro na ponta, era feito de um vidro brilhante e impecavelmente lustroso, um muro de vidro cobria seu interior, mas no portão da frente, rosas vermelhas com espinhos maiores do que o normal subia as paredes aparentemente frágeis e o odor das rosas era doce e forte, quase causava certa vertigem para quem não estava acostumado.
Era noite, uma noite silenciosa, qualquer barulho, qualquer movimento era suspeito, os homens não saiam de posição, mas olhavam com o canto do olho a causa do barulho, mas, de repente, sem que os soldados percebessem, uma escotilha abriu-se ao lado do grande castelo, um vulto negro e encapuzado saiu de lá, era muito breu para que se enxergasse sua identidade, se embrenhou cuidadosamente nas moitas e plantas rasteiras, para que pudesse passar despercebido pelos soldados.
-Ei! Mas... O que é aquilo? (Um deles exclamou)
-Frederic! Se a cada coelhinho que você vir vai gritar, então o imperador vai arrancar sua cabeça!
-Só prevenindo, Fill! Cautela!
-A cale a boca! Os dois! (Exclamou outro)
O desconhecido sorriu, teria mais tempo de passar pelos homens se estivessem discutindo, ele fez diversos barulhos, mas todos assimilaram com animais, depois de alguns minutos de caminhada, avistou uma aldeia, casas pequenas e ruas asfaltadas, alguns animais, como cavalos ou vacas, estavam soltos e dormiam tranquilamente no meio das ruas, o vulto agora mostrava-se esguio e forte, estava em volto em uma capa negra, respirava ruidosamente, ansioso.
Chegou, depois, há um portão de madeira e acima, barras de ferro protegendo a aldeia, aproximou-se do portão e disse, em um sussurro, com sua voz jovem e arrastada.
-Príncipe Shasta, você sabe... Ande abra!
O portão não se mexeu.
-Será rápido! Por favor! Preciso vê-la! Meu pai não vai descobrir eu juro! ABRA!
O portão abriu devagar, deixando apenas uma fresta, Shasta passou por ela e sussurrou um agradecimento que se perdeu na noite.
Logo que saiu, deu de cara com uma imensa floresta, sinais de fumaça informavam que mais a frente havia vida, de repente, ouve-se um canto, belo, um pouco desafinado, mas singelo, Shasta sorriu e seguiu a musica em uma língua estranha, que ele bem conhecia, a voz era de meio tom, por fim, depois de dez minutos, chegou a uma fonte, a beira, uma mulher, seus cabelos loiros como um raio de sol quente e aconchegante transpareciam na água e chegavam quase até os joelhos, usava um vestido longo e de tom verde escuro que vinha até seus joelhos esquentava-a na noite fria, tinha uma faca em uma das mãos e parecia amolá-la com uma pedra, era realmente muito bonita, ela não viu o príncipe se aproximar e continuou a cantar na língua estranha forte e desconhecida.
-Noite, Cely! (Cumprimentou ele alegremente, ela, ao ouvir o som de sua voz, assustou-se se levantou instantaneamente e seus olhos castanhos claros arregalaram-se) Desculpe! Não quis...
-Mass ér obvio que você quiss fazer isste! Já diss para sairr da minha vida! Shasti nos estamo em guerra! ÉR PERIGOSSO DEMAS!
Ela falava em um sotaque forte, puxando a ultima letra da palavra, com certeza não falavam a mesma língua.
-Cely! Não posso! Não quero! Eu te amo!
-Me nome ér Jaecely não ‘’Cely’’, Shasti (Abaixou a cabeça) Eu... Amo-te també mass é porr isso que quero que nos separemoss, ér perigosso, meu pai essstá em guerra com o seu! Se alguém noss pega aqui...
Tentou disfarçar uma lagrima, mas ela não passou despercebida por Shasta.
-Eu não me importo! Meu pai está velho e quer que eu case com alguém e me torne logo imperador! Está atraindo muitas candidatas para a nossa aldeia e... Jaecely não quero outra! Você entende! Quero você! Isso tem que acabar! Essa guerra não dura para sempre!
-Vai acabarr! Mass se o seu reino perderrr... Vai ser subordinad ao nosso e vice-vers!
-Eu não posso, não quero e não vou perder você!
Shasta chegou mais perto de Jaecely, tirou sua capa, alto, seu cabelo negro e bagunçado, aparentava nada mais que vinte e cinco anos, seus olhos prateados encararam os olhos cor de mel da outra.
-Você não podii impedirr... Num pdemos fazerr nad!
-Sim, nós podemos! E ninguém pode nos impedir!
Shasta chegou ainda mais perto, e, quando estava corpo a corpo, beijou-a, ninguém poderia ver ninguém nunca veria, a noite impedia isso, a distancia entre dois parecia, agora, uma fina corda que precisava ser cortada, Jaecely tentou afastar-se logo em seguida, mas Shasta não a deixou ir, segurou-a pelo braço esquerdo, ela parou de tentar lutar e se entregou ao príncipe.
Ele não parou, eles não pararam, por que deveriam? Nada podia impedi-los, nada, nem o destino de seus reinos, agora o que importava era aproveitar o tempo que conseguiam antes do sol poente.


Última edição por mah_blackt em Seg Nov 26, 2012 1:33 pm, editado 1 vez(es)

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