Contos de Terror!

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Luhan Pacheco em Seg Jul 16, 2012 3:21 pm

Gente alguém ae tem facebook?
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por xdudax em Seg Jul 23, 2012 1:46 pm

ui a ilha das bonecas me deu medo kkkkkkk geek
mais tarde eu conto um conto

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Dança após a morte

Mensagem por xdudax em Seg Jul 23, 2012 2:01 pm

3 irmãs que tinham o mesmo sonho, o de ir em uma boate que ficava em San Francisco. Mas o pai das meninas proibia e dizia que se algum dia fossem naquela boate seria quando estivessem mortas. Em um dia muito chuvoso o pai das meninas foi até o seu quarto e encontrou as 3 mortas em cima da cama. Então, durante horas ele ficou pensando nelas... E se lembrou do grande sonho das 3 e resoleu ir até lá para ver o que tinha naquela boate que as impressionava tanto. Quando chegou na boate, a surpresa algo sobrenatural... Ele viu as 3 dançando loucamente






espero que gostem e eu sei que é meu sem graça mais é legal né ? Embarassed Embarassed Embarassed

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Sub Versão em Seg Jul 23, 2012 10:08 pm

Ae xdudax eu achei bem maneiro.
Cool Eu quero escrever um também. Com licença ae

Atmosférica Maverich: Origens da vacinali-n

Long tinha nascido em Maverich mas aos 27 estava trabalhando n'uma estação de petróleo em pleno continente da Antártida.Junto com ele, na mesma estação, havia outros vinte homens alojados. Alguns já eram velhos no serviço e contavam histórias absurdas sobre estranhas luzes que surgiam nos céus e discos voadores. Long trabalhava ali há 7 meses e não acreditava nestas estórias.
Long estava sempre armado. Eram ordens para a segurança do local. Mesmo assim, em sete meses não houve nenhum momento em que fosse necessário usar as armas.
Isso mudou quando membros da equipe que tinham se afastado um pouco da estação petroleira encontraram, acidentalmente, a carcaça de o que eles acreditavam que fosse um alienígena congelado, e a levaram para o laboratório da estação para examinar tão estranha criatura. Alguns se opuseram mas a maioria dos trabalhadores achava que poderia ser um espécime desconhecido e que ficariam famosos com a descoberta.
Logo descongelaram a criatura e iniciaram os exames. Mas a situação saiu do controle. Pavor. O estranho ser descongelado ganhou vida, e instantaneamente os membros da equipe de trabalhadores da estação enlouqueceram sob a influência nefasta do monstro. Atacaram-se irracional e generalizadamente até a morte. Em vinte minutos havia quinze cadáveres espalhados em áreas diferentes das instalações da estação. Dois outros trabalhadores tiveram perna e braço arrancados brutalmente pela própria criatura inexpressivamente macabra e agonizavam. Um incêndio alastrara-se. Destruição. Sobrou apenas Long e mais três. A criatura os encurralou em um vestiário. Guinchos inumanos, chamas crepitando tétricas, alerta vermelho em alarme, fumaça, calor e asfixia. Gelo.
Boris atirou uma rajada no alienígena com uma metralhadora. O alienígena revidou. Arrancou a cabeça de Boris e a devorou com a boca monstruosa, cheia de dentes grandes e afiados. Ao arreganhar a boca surgiam tentáculos e uma segunda boca, de polvo, de dentro do alienígena, que era a sua verdadeira forma. Logo em seguida estripou o Noia. Chadu e Long conseguiram empurrar a criatura alienígena na água e a eletrificaram com um cabo de alta tensão desencapado. Toda a eletricidade do lugar acabou devido a intensidade do choque. Long perguntou:
-- Ei, Chadu, o que vamos dizer que aconteceu?
-- Não vamos dizer nada. Vamos cair fora e pronto. Você sabe pilotar. não sabe?
Long insistiu:
-- Mas e o alienígena? Não dá pra nós irmos no avião e levar esta coisa junto conosco. Não vai caber nós três.
-- Não se preocupe com isto. Tem uma maneira de não sairmos daqui de mãos vazias. Mas precisamos passar na enfermaria e pegar o equipamento cirúrgico no meio deste incêndio.
Pegaram o equipamento cirúrgico e voltaram para o vestiário e ali mesmo, cirurgicamente, retiraram o cérebro do alienígena, colocaram-no em um jarro, mergulhado n'um líquido ideal para a conservação de cérebros e lacraram o jarro. Tudo rápido por causa do incêndio.
Entraram no avião e depois de terem decolado houve uma grande explosão que arruinou definitivamente as instalações da estação petroleira. Voaram até a Argentina, onde entraram em atrito sobre quem ficaria como dono do cérebro do alienígena. Como nenhum dos dois estava disposto a dividir a única saída que encontraram foi a violência. Long levou a melhor e Chadu teve as vísceras espalhadas pelas ruas de Oxipolis.
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por xdudax em Ter Jul 24, 2012 8:11 pm

valeu mesmo Sub Versão a tua tambem é legal
brigada mesmo

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Sub Versão em Qui Jul 26, 2012 7:32 pm

Pode me chamar de sub se quiser
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por curiosa em Sex Ago 03, 2012 1:45 pm

Isto e uma realidade (quem quiser acreditar acredite quem nao quizer azar)
tava eu e minhas amigas a falar e eu levanteime assustada porque senti uma presença a mais.
Ao principio ela nao acreditaram mas tb sentiram.
Todas admitimos que ja nao era a primeira vez entao começamoss a contar as vezes que nos
aconteceu isto.
Assim que chegei a casa fui fazer os t.p.c. numa sala sozinha e quase comecei a chorar,
vi uma sombra e fui a correr para nao tar sozinha.
a noite ao subir as escadas senti uma presença fui pro meu quarto e comecei a chorar.
No dia seguinte quando me ia pentear vi um homem no espelho.
E hoje quando nos deitomos num sitio nao num sitio qualquer fexamos os olhos e olhamos
pra cima temos visoes de tanto mal que nao somos capazes de estar sozinhas

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Luhan Pacheco em Ter Ago 07, 2012 4:42 pm

Atormentada

Meus olhos jaziam inchados devido ao choro. A saudade já estava batendo. Meu coração estava apertado. Perder um namorado e ainda ser acusada pela morte dele era mais do que eu podia suportar. Henrique foi encontrado morto há dois dias. A cabeça havia sido decepada. Há horas atrás, eu estava chorando em seu velório, mas sua mãe Samantha me expulsou de lá, me acusando de ser a assassina e me acusando injustamente. Ela achava que eu o havia matado porque havíamos discutido bem na frente dela. Isso culminou com o ódio mortal que ela sentia porque eu estava “roubando o filho dela.”.

Ah Henrique… Você vai fazer falta. Se foi e deixou meu coração partido. Como eu o amava…

Deitei-me em minha cama. O telefone toca e eu o procuro. Encontro-o dentro de minha bolsa. Era Cristian, um de meus melhores amigos.

- Oi Cristian. – digo.

- Olá, Anne. Como você está?

- Ah. Na medida do possível, sim.

- Que bom. Você não acredita no que aconteceu!

- Ah droga, o que foi agora?

- Sua sogra tão querida se suicidou.

Que? Como assim se matou?

- Do jeito que alguém se mata. Enfiou uma faca no próprio pescoço.

- Uh, me poupe dos detalhes! Isso é serio?

- E claro que é. Um vizinho escutou um barulho estranho na casa dela e quando foi lá ver o que era, encontrou a megera mortinha da silva!

O telefone cai de minhas mãos. Fico pasma com o que acabo de ouvir.

Deito em minha cama e puxo o cobertor até o topo da cabeça. Queria que ele fosse algo que me protegesse de meus próprios pensamentos.

Acordo no meio da noite, assustada. Senti algo me tocando. A sensação foi estranha. Meu cobertor estava amontoado no canto do quarto e minha porta estava aberta. Estranho, eu tinha certeza de que tinha a fechado antes de dormir. Sento-me.

- Tem alguém aí? – pergunto, mas não obtenho resposta. Levanto-me e checo a casa, mas não há nada. Volto até o meu quarto e desabo em minha cama.

Levanto revigorada no dia seguinte. Vou fazer um café e percebo um estranho chiado. Vou ver e descubro que a televisão está ligada. Fato estranho. Eu estava sozinha em casa. Meus pais estavam em lua de mel novamente. Aquela televisão não devia estar ligada. Checo a casa novamente, mas só eu estou ali.

Mais tarde, por volta das 18h, resolvo sair para espairecer um pouco. Minha cabeça ainda estava confusa e debilitada. Ando e ando pelas múltiplas ruas até o escurecer.

Já deviam ser umas 20h quando resolvo voltar pra casa. Volto para o carro e dou a partida. Estou a alguns minutos andando até que algo chama minha atenção. Uma dessas luzes malucas que acendem quando algo passa por elas acende, mas sem nada ali.

- Que estranho. – digo.

Viro para frente, mas de repente Samantha aparece ali, toda ensangüentada. Aos gritos, piso no freio e o carro derrapa até parar. Meus olhos procuram o corpo a minha frente, mas não há mais nada ali.

Atordoada e confusa desço do carro e procuro por qualquer vestígio do corpo ali, sangue ou qualquer coisa, mas não encontro. Volto pro carro e sigo até em casa.

Já em casa, pego o telefone e ligo para Carol, uma amiga muito querida por mim.

- Alô? – ela diz

- Alô, Carol, aqui é Anne.

- Oi amiga! Como você está?

- Por favor, amiga, estou assustada. Será que você pode dormir aqui em casa comigo esta noite?

- O que aconteceu?

- Tem umas coisas estranhas acontecendo que estão me deixando muito assustada.

- Está bem amiga, vou falar com meus pais e vou logo, logo pra aí.

- Muito obrigada. Estou te esperando. Beijo. Tchau.

Desligo o telefone e vou preparar as coisas. Arrasto um colchão do quarto de hospedes até o meu quarto, o forro e estendo um cobertor sobre ele.

Carol chega. Vou abrir a porta. Conversamos um pouco. Explico detalhadamente para ela tudo o que estava acontecendo, mas ela, sempre tão cética, não acreditou. Nem se deu ao luxo de tentar inventar uma desculpa plausível e relevante para tudo o que eu lhe disse.

Já deitadas em nossas camas, o papo continuou, mas tratei de logo o dar por encerrado.

Carol, nossas aulas começam amanhã. Temos que dormir mais rápido.

- Hum. Muito obrigada por me lembrar disso. – disse sarcástica – Boa noite.

Viro-me na cama, me perdendo em meus pensamentos, mas logo estou dormindo.

Mas uma estranha luz no meio da noite me acorda. Chamo por Carol.

- Carol, acorda, eu acho que tem alguém aqui! – chamo-a e digo sussurrando em seu ouvido, e a vejo lentamente acordar e reclama

- O que? O que você está dizendo? – ela pega seu celular e olha as horas. – Você me acordou às 3 da manhã! Quem estaria aqui às 3 da manhã?

- Não sei, mas alguém está. – digo baixinho.

Ela acaba de acordar e assente com a cabeça. Me levanto e procuro algo que possa usar com o arma. Pego o tripé da minha guitarra. Quem for que estivesse ali, iria apanhar. Vou na frente e Carol vem atrás de mim. O cômodo brilhava intensamente e ofuscava minha vista, mas eu não conseguia encontrar a fonte. De repente, tudo fica escuro.

- Mas o que está acontecendo? – me viro para perguntar a Carol, mas me interrompo quando não a vejo ali.

- Carol? – chamo, mas um silêncio morto se instala ali.

Até que os gritos de Carol cortam o silêncio.

Viro-me e vejo assustada e desnorteada, mãos misteriosas puxando-a pra dentro de uma parede.

- Carol! Carol!

- Anne! Me ajuda! Socorro! – ela agoniza.

Corro até ela. A parte de baixo do seu corpo já estava dentro da parede. Seguro forte em suas mãos e tento puxá-la, mas uma corrente elétrica atravessa meu corpo e me faz soltar as mãos dela. Todo o seu corpo mergulha na parede e seus gritos cessam, mas ficam ecoando em minha cabeça.

- Carol!? Carooool!

Corro desesperada pela casa, abismada com o que vira. O que aconteceu? Caio no choro por Carol. Passo em frente ao espelho e paro ali. Escrito com sangue, amplas letras vermelhas ali diziam “Vá Embora!”. Grito quando a imagem de Henrique se reflete ali no espelho.

Em desespero, corro até a rua.

- Socorro! Alguém me ajuda! – grito loucamente, mas ninguém me ajuda.

Então o carro que repousava em minha garagem liga sozinho e começa a vir atrás de mim. Saio correndo no meio da rua pedindo ajuda, mas ninguém aparece. As portas do carro se abriam e fechavam, o som se alterava entre ligar e desligar.

- Porque você quer me matar, Henrique? – grito.

Acuada entre o portão e o carro, pulo em direção ao chão e o carro se choca contra o portão atrás de mim. Corro desesperada até a minha casa, entro e tranco a porta.

Agora, o fantasma de Carol estava no espelho e dizia: Vá Embora. Tampo meus olhos e mergulho em minha cama, tentando deixar tudo aquilo pra trás.

Uma mão maligna toca o meu pé e se enrola nele, os dedos perversos apertando e deixando marcas quentes. Olho pra lá. Samantha, furiosa, me encarava enquanto suas mãos subiam por minhas pernas. Chega a meu pescoço e começa a me apertar. Começo a sufocar. Exasperada, tento me livrar daquelas mãos raivosas.

Começo a perder as forças. Luto contra ela, mas é em vão.

Meus olhos vêem vacilantes atrás dela, o fantasma de Henrique surgir. Tento gritar, mas não consigo. Eu ia morrer. Junto com Henrique, o fantasma de Carol também aparece. Tento suplicar com o olhar, mas estou perdendo as forças.

Então me surpreendem e começam a lutar contra Samantha. Depois de muito custo, conseguem tirá-la de cima de mim. Respiro aliviada, ainda com dificuldades devido a esganadura. Não entendia nada do que estava se passando. Os fantasmas desaparecem. Minha casa começa a tremer. Desesperada, luto para sair dali o mais rápido possível, mas as portas e janelas se trancam. Quando passo pelo espelho, Samantha olha pra mim furiosa, enquanto ri histericamente.

A casa começa a desabar. Sinto mãos misteriosas me tocarem e me puxarem em direção a parede. Minha visão se turva, e quando volto a enxergar, estou do lado de fora da casa. Henrique e Carol estão ao meu redor.

A casa cai. Observar aquilo doeu profundamente. Todas as minhas lembranças estavam ali. Mas consegui escapar.

Aliviada, olho para Henrique e Carol. Eles estavam juntos na frente do portal claro e alvo. Despedem-se com um aceno de mãos e entram lá dentro.

Um portal negro se abre e um ser preto e sombrio sai de lá de dentro. Ele entra em minha casa e sai puxando Samantha por uma corrente. Ele entra e puxa ela pra dentro. O portal se fecha.

Mas os olhos de Samantha me encarando, suas mãos me enforcando, sua vontade de me matar, ficará pra sempre em sua memória. afro espero que tenham gostado Wink
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por ~leVictor em Sab Ago 25, 2012 11:49 pm

Nao sei se ja contaram mas lá vai



Um certo dia um Medico estava totalmente sem sorte.Fez uma mulher perder um bebe,deixou um homem morrer mas o quem o mais deixou ele triste foi sua amiga de infancia que morreu em suas maos durante uma cirurgia.Chegou de noite e ele tinha que ir embora pegou suas coisas e entro no elevador.
Lá estava uma mulher linda com uma roupa branca.ELe achou que era uma nova enfermeira e começou a puxar conversa
-Qual seu nome
-Nao sei-disse a mulher com uma voz densa
O médico pensa:
Acho que é uma paciente com aminesia
A porta do elevador se abre.O médico arregala os olhos e rapidamente fecha a porta
-Porque voce nao deixou aquela moça entrar-disse a mulher
-Éra Sara minha amiga de infancia ela infelizmente morreu hoje.Voce nao viu a pulsera vermelha que ela tinha no pulso?
Ambos ficam calados por alguns segundos o medico olha para o rosto da mulher e ve que ela estava sorrindo até que elá fala com uma voz rouca
-Uma pulseira igual a esta?



Tomara que tenham gostado Very Happy e durmam bem essa noite Twisted Evil

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por bombsb em Sab Set 08, 2012 11:39 am

Luhan Pacheco filho da mãe que texto bom, velho,eu e minha amiga gostamos muito dele, perfeito, poderia virar um curta de cinema......
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Meu primeiro conto no Forum

Mensagem por eroslokao em Seg Set 10, 2012 4:41 pm

Então la vai,

Um homem viajava de carro e já estava muito tarde,então ele decidiu parar em um hotel,ele seguiu e seguiu até que encontrou um hotel na beira da estrada.
Ele entrou e foi até o recepcionista:
- Preciso de um quarto para passar a noite.
- Tudo bem são 50 reais a diária,tome a chave do quarto.
Ele subiu as escadas e se dirigiu até o quarto,o quarto tinha o número 12 gravado na porta.
Quando ele ia entrar viu uma porta a frente da sua sem número gravado nela,achou muito estranho e resolveu espiar pela fechadura,se assustou quando o que viu foi uma mulher parada de costa toda de branco,resolveu ir dormir logo.
No meio da noite ouviu barulhos e saiu do quarto para espiar de novo pela fechadura,mas estava tudo vermelho quando olhou na fechadura,resolveu ir dormir então,no outro dia de manhã estava indo entregar a chave para ir embora.
Quando chegou no recepcionista perguntou:
- Que quarto é aquele sem número em frente ao meu?
- Aquele quarto tem uma historia muito macabra meu amigo,la morava uma família,a mãe do dia pra noite enlouqueceu e matou a todos,uma caracteristica muito estranha neles era que todos tinham os olhos vermelhos.
O homem pegou seu carro e se mandou de lá.

Está ai meu primeiro conto no forum,espero que gostem Twisted Evil

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por bombsb em Sab Set 22, 2012 11:41 am

minha amiga acho nada vê.....
mas eu achei que tava meio resumido, com mais detalhes ia fica perfeito, e luh, vc é o escritor de terror do fórum.......
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ANATOMIA

Mensagem por Angelica em Qua Set 26, 2012 6:57 pm

Gostei muito dos contos, alguns bem sem noção, mas legais...
Vou dar minha colaboração:


"Anatomia"
affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid affraid
Dr. Frank era professor de universidade, homem da ciência e céptico a qualquer assunto relacionado à religião. “Se não esta provado pela ciência não existe”, dizia ele quando se via no meio de uma conversa sobre o tema.

Certo dia, saindo do seu carro quando chegou à universidade para sua aula noturna escutou uma voz:

“Dr. Frank?” – disse uma moça de uns 17 anos aproximando dele.

“Pois não?” – perguntou curioso para saber quem era aquela moça, definitivamente nenhuma de suas alunas, ele conhecia a todos por nome.

“Sou a filha da Marisa, sua colega de Yoga” – respondeu a moça com um belo sorriso. “Desculpa te incomodar, mas eu estou a ponto de prestar vestibular, sonho em ser médica mas não sei se tenho estomago, queria assistir uma de suas aulas de anatomia se possível.”

“Humm, esta bem, apesar de que não deveria permitir, estou somente prestando um favor a sua mãe.” – respondeu Dr. Frank já andando em direção ao prédio.

Caminharam por uns 5 minutos até chegarem à sala onde Dr. Frank iria dar sua aula.

“Olha, não atrapalhe minha aula, não faça perguntas e não fale nada. Senta nessa cadeira e assiste. Quando formos analisar corpos você pode chegar perto. Não quero me meter em encrenca por trazer você aqui.” – disse ele com ar sério.

O tempo foi passando, chegaram os alunos e a aula começou. Dr. Frank olhava a moça uma vez ou outra que parecia muito interessada na aula. Algum tempo depois pediu a dois alunos que tirassem dois corpos do freezer para que ele os demonstrasse um procedimento.

“Professor, tem dois corpos recém chegados aqui. São indigentes, encontrados pela policia alguns dias atrás, foram mortos a tiros, esta aqui o relatório. Ainda não foram usados para estudo.” – Disse o rapaz estendendo uma prancheta com a informação dos cadáveres.

Olhando o relatório o professor balançou a cabeça dizendo que sim.

Os dois alunos retiraram os corpos dos plásticos e os colocaram em cima de uma mesa. A moça se levantou e curiosa foi até os corpos.

“Dr. Frank, cuida de mim, por favor.” – disse ela tremendo, com olhar estranho e se aproximando do professor, que imediatamente foi falar come ela.

Ela se virou e saiu correndo da sala e ele atrás dela, quando alcançou o corredor não a viu mais. Se aproximou do vigia.

“O senhor viu para onde foi a moça que saiu da minha sala?” – perguntou Dr. Frank.

“Ninguém passou por aqui não senhor.” – respondeu o vigia intrigado.

“O moça que entrou comigo mais cedo para aula de anatomia”. – explicou ele.

“Me desculpa Dr. eu não vi ninguém entrar com o senhor”. – contestou o homem mais intrigado ainda.
Dr. Frank virou-se em direção à sala agarrando o celular do bolso. Selecionou o celular de Marisa, segundos depois alguém atendeu.

“Oi Marisa, é o Frank da aula de Yoga. Escuta, sua filha esteve aqui e pediu para assistir uma das minhas aulas de anatomia. Acho que ela não agüentou ver os cadáveres e foi embora chorando.” – contou ele a mãe da moça.

“Estranho, ela foi acampar com o namorado e deveria estar de volta somente amanhã”. – respondeu Marisa com ar preocupado.

“Bom, pode ter sido outra Marisa então, eu conectei com você primeiro, mas deixa pra lá, eu tenho ir que meus alunos me esperam.” – disse e já desligando o telefone. “Acampamento... sei, esses adolescentes”.

Ele voltou a sala onde os alunos já haviam começado a estudar os corpos, se aproximou da mesa para tomar a liderança da aula novamente. Sua feição mudou completamente, o terror tomou conta de seu corpo.

“Para” – gritou Frank tirando a mão do rapaz que estava dentro do abdômen do cadáver. “Ela não é indigente, eu a conheço.” – disse ele aterrorizado.

Ali deitada na mesa de estudo com o tronco do seu corpo aberto, estava a filha de Marisa. Dr. Frank tremia da cabeça aos pés. Não sabia o que pensar, estava confuso e com medo pois aquilo era novidade para ele. Ele deu um passo em direção a porta, ali estava ela novamente. A brisa da noite tocou sua nuca e ele arrepiou.

“Me devolve pra minha mãe.” – disse a ela com voz tremula.

Um segundo depois já não estava mais lá. Dr. Frank dispensou seus alunos, sentou-se onde supostamente estava a garota e ali ficou por horas pensando tudo, tudo o que ele não acreditava teria que reconsiderar.

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por enairdA em Sab Set 29, 2012 12:35 pm

Bom, é meu primeiro conto...
Ta meio sem sentido mas foi o que deu rsrs

Infelismente tudo começou assim:

Não tava tarde, 20:30 no máximo, Helena decidiu que só porque estava sosinha não precisava ficar em casa, saiu.
Helena não era uma garota solitária, não tinha muitos amigos mais era feliz. 
Cidade pequena, o único lugar para ir era a pracinha do centro. Foi, sentou-se em um banco novamente sosinha, ligou para uma amiga, ela atendeu. Pelo menos parecia ela. 
- Alô? Melani?
- Oi. O que foi?
- Bom, estou na praça, vem aqui comigo tomar um sorvete.
- Nao quero.
- Nao quer?! Hahahahahahaha! Vc não querer um doce me assusta! Hahahaha.
- Acredite, não será a única coisa que lhi assustará.
- O que...? Alo...? - Mas Melani já havia desligado.
Achando estranho o comportamento da amiga, Helena resolve voltar para casa mas tem a impressão de que está sendo seguida, acelera o passo e quando já esta perto de casa sente algo a cutucar nas costas, ela se vira rapidamente agora ficando assustada, como não vê nada fica apavorada e começa a correr. Helena corre como se o mundo fosse acabar, chega em casa e percebe que esqueceu as chaves, grita tentando chamar a atenção dos pais. Como ninguém vem ajuda-lá ela decidi verificar se a porta dos fundos esta destrancada. Para surpresa de Helena ela está, quando ela abre dois corpos são encontrados, bom, era a casa dela, os corpos não seriam de qualquer um.
Helena grita e se joga ao chão para abraçar os pais. Adormece lá.
Acorda umas 3:00 AM ouvindo uns barulhos. Quando se vira encontra Melani sorrindo psicoticamente, Helena chorando corre ao encontro da amiga, Melani apenas levanta a faca que estava segurando.
Helena recua. 
- Oi Helena. Você se lembra quando éramos pequenas e vc arrancou a cabeça de minha boneca?
- O que?
- Eu lembro. e agora vc vai saber como é perder a cabeça.
- Melani, vc esta louca?
- Devo estar sim.
Dito isto Melani segurou Helena pelo braço e a puxou para perto, apertou a lamina da faca em seu pescoço e enfiou bem fundo, soltou o braço se Helena e tampou sua boca, perfurou cada vez mais. Ainda viva Helena é jogada no chao ao lado dos corpos mortos dos pais. Melani limpa a faca e coloca nas mãos de Helena, da um beijo na bochechada amiga e vai embora embusca de sua próxima vitima... Aquela que finalizou a leitura de seu conto... 

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Luhan Pacheco em Sex Out 12, 2012 7:39 am

Valeu bombsb
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por enairdA em Sex Out 12, 2012 4:11 pm

Luhan Pacheco, amei seu conto!!!!
^,*

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comparar

Mensagem por digomacedo10 em Ter Out 16, 2012 3:25 pm

nossa adorei sua historia eu só tenho 10 anos mais so fanatio a historias e filmes de terror vou conta uma boa historia pra vcs farao Very Happy


Última edição por digomacedo10 em Qui Out 18, 2012 1:58 pm, editado 2 vez(es)

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Tesouro macabro

Mensagem por digomacedo10 em Ter Out 16, 2012 3:29 pm

A história que contarei a seguir é sobre dois amigos de infância, Pablo e José. Os dois eram mexicanos e andarilhavam em direção de San Juan, um pequeno vilarejo na província de Chiapas.
Estava chovendo muito e os cavalos já estavam inquietos. Pablo observara uma caverna em meio às árvores e exclamou: "Veja José, uma gruta seca. Vamos usá-la como abrigo até a chuva passar." José não titubeou e seguiu seu amigo até a tal gruta. Lá dentro, os dois se abrigaram e acomodaram os cavalos. A caverna era gelada e José sentiu um calafrio que percorreu sua espinha. "Vamos sair daqui Pablo, esta caverna me dá arrepios." Balbuciou José tremendo de frio e medo. "Bobagem! Lá fora podemos até morrer naquele temporal. Aqui nós estamos secos e seguros."Retrucou Pablo.
A chuva não dava nem um sinal de cessar. José estava impaciente e Pablo curioso com a caverna. "Vamos lá para o fundo, estaremos mais seguros lá." Entusiasmou-se Pablo. "Estas louco homem, podemos nos perder naquela escuridão." Protestou José. "Covarde! Vamos lá, seja homem pelo menos uma vez nessa sua vida." Ameaçou Pablo com um sorriso sarcástico. Mesmo temendo pela sua própria vida, José segue o amigo até o fundo da caverna. Pablo, indo na frente, acende um fósforo e se surpreende com o que vê. Jogado ao chão, milhares de moedas de ouro e prata e até algumas jóias que refletiam a luz do fósforo. Junto delas, um esqueleto humano. Pablo dá uma gargalhada e grita."Estamos ricos José, ou melhor, estou rico José!" Virando-se imediatamente para o amigo e apontando a garrucha diretamente para a testa dele. Pablo dá um sorriso e vê o pavor do amigo que suplica."Não Pablo, pelo amor de Deus... nós somos amig...." E um estrondo interrompe a voz de José. Com um tiro certeiro, Pablo espalha os miolos do amigo no chão... "He, he, he...agora o ouro é só meu, todo meu." Recolhendo o tesouro e colocando-o num saco, Pablo já vai até pensando no que fazer com o dinheiro.
O tempo passa e a chuva também. Com o tesouro devidamente embalado, Pablo sai da caverna sorrindo e gozando do cadáver do amigo."Pena que você não poderá se divertir com este dinheiro companheiro." Pablo coloca o saco com o tesouro no lombo do cavalo e ruma para o vilarejo. Chegando lá, ele vai diretamente para uma pensão contabilizar o seu achado. Euforicamente, Pablo sobe para o seu quarto mal podendo conter sua alegria. Já no quarto, o homem tranca a porta e joga o saco no chão. Ao abri-lo, Pablo depara-se com uma cena inesperada e pavorosa. "Não, não pode ser !!!" Agoniza o coitado. Ao invés do tesouro, ele encontrou o cadáver rígido de seu amigo José.
Os ruídos da morte
Extraído do Livro chamado: "O Livro dos Fenômenos Estranhos" de Charles Berlitz
Os habitantes das ilhas Samoa acreditam que, quando a morte se aproxima, pancadas secas paranormais são ouvidas na casa da vítima.
Esse estranho fenômeno já foi chamado de ruídos da morte, e sua existência representa mais do que mero folclore.
Genevieve B. Miller, por exemplo, sempre ouviu esses estranhos ruídos, principalmente na infância. As pancadas ocorreram durante o verão de 1924 em Woronoco, Massachusetts, quando sua irmã, Stephanie, ficou acamada com uma doença misteriosa.
Enquanto a menina permanecia na cama, ruídos estranhos, semelhantes a batidas feitas com os dedos, ecoavam pela casa. Eles soavam de três em três, sendo que o primeiro era mais longo do que os outro dois.
Certa vez, o pai de sra. Miller ficou tão irritado com os ruídos que arrancou todas as cortinas das janelas da casa, culpando-as por aquele barulho infernal. Contudo, essa demonstração de nervosismo de pouco adiantou para terminar com aquele sofrimento.
No dia 4 de outubro, já se sabia que Stephanie estava morrendo. Quando o médico chegou, ele também ouviu as pancadas estranhas.
- O que é isso? - perguntou, voltando-se para tentar descobrir a fonte do barulho.
Quando se virou novamente para a pequena paciente, ela pronunciou suas últimas palavras e morreu. As pancadas diminuíram a atividade após a morte de Stephanie, porém nunca chegaram a parar de todo. Elas voltaram, ocasionalmente, quando a família se mudou para uma casa nova.
Então, em 1928, o irmão de Stephanie morreu afogado quando a superfíc ie congelada de um rio, sobre a qual caminhava, quebrou-se. A partir dessa época, os ruídos da morte nunca mais foram ouvidos.

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por kali em Qui Out 18, 2012 3:07 pm

eu gostei desse conto..ahcei bacana mesmo
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Momentos Inesqueciveis

Mensagem por Spiritibus em Dom Out 21, 2012 3:25 pm

Oiie gente eu sou nova aquii...costumo a ler as histórias que publicam aqui faz tempo, bom eu vim fla sobre alguns momentos assutadores da minha vida.

Tinha acabado de me mudar e rapídamente fiz amizade com um garota q morava na minha rua, um dia desses ela me convidou pra i na igreja dela e fazer parte do grupo de adolescentes da igreja. Participei e fiz varias amizades mas com o tempo pra ca errei muito perdi todos os meus amigos, minha vida era um verdadeiro inferno me tornei uma pessoa diferente doq eu era mentirosa falsa arrogante eu fikei mt loka tinha vontade d me mata ou ate entao mata os meus pais ou as pessoas q eu tinha raiva até as que me questionavam as vezes até pensava que estava possuida por um demonio eu estava bem acabada minha aparencia era horrivel apenas pensava coisas ruins falava coisas horriveis. Se era um demonio eu nao sei mais alguma coisa ruim e mal dentro de mim estava tomando posse do meu corpo, me controlando.
Hoje sou uma garota normal como qualquer uma tenho meus amigos d novo mais ainda essa coisa ou entidade esta dentro de mim eu posso senti-la e escuta-la em meus pensamentos e a unica coisa q ela fala é: VAI MORRER!!!! As vezes eu escuto barulhos no forro de noite é como se algo ou alguem estivesse andando em cima dele, escuto a porta do banheiro que é bem perto do meu quarto se mover sozinha ate quando esta fechada, tambem escuto barulhos nas paredes, sinto arrepios de uma hora pra outra e um ventinho bem gelado na minha nuca sem msm ter uma janela por perto. Eu tenho um sofazinho no meu quarto q fika d frente pra minha cama e ele faz mt barulho, d noite quando eu deito na minha cama escuto o barulho q vem dele fiko com um poko d medo mais olho e nao vejo nada, por mais q seja loucura um dia perguntei se tinha alguem ali ate meditei mais nao aconteceu nada. Ontem eu estava no computador pesquisando sobre espiritos e mediuns e quando eu abri em um site sobre evocar espiritos a porta do banheiro que estava fechada se abriu sozinha e fez um barulho desagradavel q me fez arrepiar o forro começo a faze barulho e começei a sinti um ar mt gelado na nuca como estava fikando mt assustada me levantei e apaguei a luz do meu quarto e tudo parou, as vezes sinto dores na nuca e quando passo a mão a dor desaparece.
Com tudo isso acontecendo me desviei da igreja, mas nao duro mt tempo voltei mas ainda escuto e sinto a presença de alguém na minha casa ainda tento fazer contato mais nd acontece. Quem nao quiser acredita nao acredita, mas é verdade eu sei!!
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por digomacedo10 em Ter Out 23, 2012 2:54 pm

kali escreveu:eu gostei desse conto..ahcei bacana mesmo
Obrigado fais tempo qui nunguem comenta oque escrevo

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por bombsb em Sab Out 27, 2012 11:02 am

eu gostei do seu conto tambem digo, achei o relato muito interesante sobre os ruidos da morte.
hoje me inoirei com isso e lembrei de um fato...
Vim te buscar vovó
Em 2009, uma humilde senhora morreu, deixando pra trás três filhos e 4 netos, sendo uma quinta, uma mocinha que morreu aos 3 anos de leucemia, a senhora já caduca aos seus 80 e poucos anos, morrava com o filho mais novo valdir,sua esposa Helena, mãe da jovem morta, e seu filho Elinton.
Outros familiares nunca relataram agresividade da parte da idosa, mas Helena relatava uma violência extrema, e tambem que a velha estava posuida, o que nunca foi visto ou confirmado pelos outros parentes, mas por vim de uma familia extremamente religiosa, Helena chamou padres, ministros, e sacristãos para rezar exorcisar a velha senhora.
Os padres relataram que não havia nescecidade do exorcismo, mas Helena os obrigou, o que ,por ser doadora frequênte da igreja, funcionou, foram sentenas de sessões durante os anos de 2008 e 2009, chegando até a 3 vezes por semana. A vida da velha senhora se tornou dura, mas mesmo assim nada mudava, a senhora era um amor com todos chegando a fazer esforços incomuns para ajudar ao próximo, só quye Helena não via isso, relatando ao marido que a velha a impurrava de escadas, jogava objetos e falava obsenidades.
Em 15 de dezembro de 2009, a idosa faleceu de causas msteriosa, pois sua doença era a idade, e sua dor a saudade, sua saúde estava boa, sendo que andava pela casa e comia sozinha, a pedido da familia não fora realizada autópsia, o que em casos comuns aconteceria.
Em janeiro de 2010 um parente de Helena, mas muito próximo da falecida entregou 3 CDs a policia, neles foram encontrados 2 messes de gravações, elas mostravam o quarto usado pela senhora em sua estadia na casa de Helena, o que os analistas viram foi chocante e ao mesmo tempo revoltante.
Nas gravações a senhora estava em geral deitada ou senteda na cama, ao seu lado via-se uma menina de pouco mais de 1,00 metro de altura, com cabelos lisos, pele translucida e vestido cor de creme, a neta da senhora estava presente em quase 200 horas de video, mas algo chocoos ainda mais, a senhora conversava com sua falecida neta e aparentemente era respondida.
Ao perceber o que acointecia Helena entrava no quarto, e a menina desaparecia, a senhora dizia algo como ''sua filha estava aqui agora pouco'' (segundo especialista),
Helen revoltada espancava brutalmente a idosa, chegando ao ponto de quebrar seu braço, o que foi justificado com uma queda na época, Mas Helena não parou por ai, em 13 de dezembro Helnea da uma dose excesiva de um remédio tarja preta usado para combater leucemia, o que levou a idosa ao coma e depois ao óbito.
Revoltados os policiais prenden Helena e ela é sentenciada a prisão perpétua,
a História foi divulgada as presidiárias, que também revoltadas com a natureza do crime matam Helena, a sena encontrada pelos policiais na sela de Helena foi horrenda, sangue por todos os cantos, ossos quebrados e pele espalhada pelo chão.
O crime horrendo cometido por Helena garantiu a solução de outros também cometidos pela mesma.
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Helen Wenceslau em Ter Dez 04, 2012 12:21 pm

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Re: Contos de Terror!

Mensagem por Helen Wenceslau em Ter Dez 04, 2012 12:50 pm

Laughing Era tarde demais para que alguem andasse àquela hora da noite por caminhos desconhecidos``
-Boa noite querido.
-Boa, até amanhã mon amour.
Assim me despeço de minha querida amada deixando-a em seus aposentos, e parto para o destino certo, meu lar.
A noite,sempre igual, hoje tinha sua beleza brilhante, a lua iluminava o caminho e meus pensamentos distantes, ajudando-me a rechonhecer aqueles que passavam por mim na rau, um misto de estranhos e vizinhos sorridentes, mas, como nesse caso, a pressa é amiga da perfeição, achei melhor me aventurar por lugares ainda não desbravados na minha estrada, idéia da qual me arrependeria tempos depois.
Deixando o caminho de costume, cortei a estrada na rau dos Sétimos, e me encaminhei pela famosa ´´rua dos trovões``, rua escura e inóspita de ventos frios, e, com o espírito dos cavaleiros medievais, me encorajei de amor pra enfrentar algum problema inesperado que por ventura pudeçe surgir.
Deveria ter imaginado que era demasiado tarde para que alguém andasse àquela hora da noite sozinho e por caminhos desconhecidos, mas, a crença na bondade humana surgia como esperança fugidia, quiçá a sorte estivesse ao meu alcançe e por Deus nada de mal me ocorreçe, porém, a falta de luz consciente e o vago plenilúnio,entrecoberto pelas extensas núvens, não me faziam enganar pois tudo que via era, verdadeiramente, medo e sombras, que me deixavam inquieto de pavor.
Próximo do final da estrada, para sair do pavor, tive de enfrentar o momento mais crítico, seguia calmamente meu percurso quando no canto mais escuro avistei algo, uma sombra,essa parecia ignorar minha presença, pois não moveu um único centímetro, como se estivesse aguardando o momento exato para me atacar, mas continuei meu caminho, só que com os passos mais vagarosos aguardando o momento final, senti aquela velha tontura de medo mas resisti até quando pude.
Num momento de descuido meu a sombra se moveu rapidamente para me observar, e, à luz de um poste consegui identificar a fera, era um burro, um quadrúpede, um asno, que, parado alí para fazer sua refeição abandonou tudo num momento de pavor, sem ligar para nada à sua frente nem ao menos para o meu medo,nesse instante maior do que a fera,e,num jesto de desespero desparou a galope consumido pelo terror.
Fiquei sem ação, a fala não saia e as pernas tremiam, mas de qualquer forma tinha que chegar em casa, e, na certeza da vida que batia em meu peito, criei forças para alcançar meu destino.
Imagine só. Eu, comedo do escuro......
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Re: Contos de Terror!

Mensagem por bombsb em Sab Dez 15, 2012 11:58 am

é suspense esse.....
mas um ótimo suspense........
gostei muito dos contos que surgiram por aqui......
ah é....
Helen Wenceslau, favor ler as regras do fórum, não é por nada não, mas vc posto um emoticom sem comentário nem nada, e isso só enche a página e faz com que muitos membros do fórum demorem a entrar ( net lenta).....
não leva mal não.....
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Re: Contos de Terror!

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